Segundo Secretário Municipal do Planejamento, Carlos Brito, apesar essa lei precisa de um plebiscito do distrito que deseja se emancipar e outro na sede do município que está perdendo aquele distrito “ Propomos uma votação e temos que respeitar a vontade da comunidade. Eu acredito que se for discutido pelos deputados, a viabilidade econômica e financeira do distrito, facilita, porque a coisa estará mais perto. É preciso que se chegue a um bom termo e as duas populações (distrito e sede) considerem as conveniências envolvidas”, explica.
Contudo o secretário reconhece que o distrito de Humildes sairá perdendo. “ Lógico que quando perde população, naturalmente, se perde na arrecadação . Com a nova lei do perímetro urbano essa radiografia de 13 mil habitantes em Humilde, terá que ser revista, porque algumas localidades passarão a pertencer ao distrito sede , então essa comunidade precisará ser recontada e passar por um novo senso. Hoje Humildes Tem a Cooperfeira , a empresa Sapelba e algumas instituições comerciais como posto de gasolina...As empresas que estão as margens da BR-324, todas elas, ficam no distrito sede (Feira) e não pertencem mais a Humildes como Nestlê, Pirele e outras. Portanto, a arrecadação fica com Feira de Santana e não para o município de Humildes (se criado)”, declara Brito.
O dirigente diz ainda que a lei foi aprovada na câmara, então a coisa está muito clara, não há mais motivo para discussão e questionamento.
Mas para Jaime Moraes, historiador e morador do distrito de Humildes a ação inibe futuros investimentos do poder público no município de Humildes. “ Temos que tentar reconhecimento para que o governo reconheça potencial para investimento da área. Temos que rever isso, pois a situação tem que ser decidida pelos dois municípios e não só por um. A lei foi aprovada na Câmara de Feira de Santana.
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