O mais intrigante do caso é que horas antes de o corpo ser encontrado, Ariadne publicou um texto no Facebook, assustando parentes e amigos, no qual denuncia um ex-professor dela da UnB, que também seria procurador no Distrito Federal. Ela classifica o professor no texto como uma pessoa dona de uma “mente brilhantemente psicopática e narcisista determinada”. A vítima relata como o drama da vida dela começou, logo após ela iniciar um estágio no escritório do professor, em Brasília. O então chefe teria assediado a moça inúmeras vezes. Além disso, ele também passou a monitorar os passos dela.
“Ele sabia a hora que eu pisava em casa, sabia as expressões que eu só usava com meus melhores amigos nas conversas de WhatsApp, sabia onde eu morava, sabia que eu tinha adotado um cachorro, sabia tudo”, diz um trecho. Quando se viu encurralada, Ariadna conta que decidiu se mudar para Cuiabá. Mas mesmo assim, afastada, o chefe voltou a procurá-la. No fim do texto, a advogada diz que “desistiu de tudo” e ainda pede “perdão” à família e aos amigos.
“Que na próxima reencarnação eu possa fazer uso de todo aprendizado que tudo isso me trouxe, mesmo com tanta dor e sofrimento. Essa vida eu já não posso mais suportar, que Deus me perdoe e me entenda, mas ele já sabia, ele sempre sabe”, finalizou Ariadna, deixando em aberto a hipótese de suicídio e homicídio. A família está em choque. O caso é investigado pela Delegacia Municipal da Chapada dos Guimarães. Veja o Post dela no Facebook:
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