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Ainda não - os “humanoides” foram criados pela artista Emma Fay, antes do lançamento do novo filme de ficção científica Westworld, que estreou no dia 4 de outubro na Sky Atlantic e na NOW TV às nove da noite.
Para marcar o lançamento, uma pesquisa feita com 2.000 britânicos adultos revelou muitos receios sobre a perspectiva dos robôs se tornarem uma parte da vida cotidiana no futuro.
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Robôs - quatro em cada 10 britânicos acreditam que os robôs farão parte da vida cotidiana dentro de 25 anos (Fotos: SWNS)
De acordo com a pesquisa, quase quatro em cada 10 britânicos (39%) supõe que os robôs façam parte do cotidiano das pessoas em cerca de 25 anos.
Mas quase seis em cada 10 britânicos adultos têm preocupações com o impacto da inteligência artificial sobre a humanidade. Quatro em cada 10 acreditam que os robôs poderiam destruir a humanidade.
E 64% dos entrevistados têm a expectativa de que a interação entre homens e robôs seja comum dentro dos próximos 50 anos.
Os principais medos incluem o mau funcionamento dos robôs (45%), que terminaria em um futuro parecido com o do filme o ‘Exterminador do Futuro’, e a possibilidade dos robôs evoluírem a ponto da sociedade perder o controle sobre eles (35%).
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‘O Exterminador’ - algumas pessoas acreditam que a chegada dos robôs será a causa de um mundo distópico ao estilo ‘Exterminador do Futuro’.
Noel Sharkey, professor de inteligência artificial e robótica na University of Sheffield, participou do estudo como consultor.
Ele disse: “A comunidade da robótica certamente considera a ideia de que os robôs caminhem entre nós. A única questão é quando.”
“É possível que vejamos robôs integrados à sociedade em um futuro próximo, como vendedores, médicos, recepcionistas, garçons e até mesmo cuidadores de idosos e crianças.”
“Isso acontecerá muito gradualmente ao longo dos próximos 20 a 30 anos. Em certo ponto, as pessoas nem se darão mais conta de que eles estarão entre nós.”
Medo - as pessoas temem ser substituídas por robôs no trabalho e ter que dividir suas casas com eles.
As principais preocupações envolvem a interação dos robôs com as crianças (68%), a perda de empregos para humanoides ultra eficientes (49%) e a presença de criados artificialmente inteligentes dentro de casa (46%).

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