O delegado Gustavo Ameno Coutinho, titular da da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Feira. (Foto: Messias Teles)
Taiuri Reis
A acusada de ter ateado fogo, provocando a morte do cunhado, o carregador Antônio Teodoro Silva, 27 anos, se apresentou na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Feira de Santana, na tarde desta quarta-feira (4). A feirante Marlene Santos Peixoto, 29 anos, conhecida como Marla, estava acompanhada do advogado Marco Aurélio Gomes.
Apontada como autora do crime consumado na rua Mantiqueira e que chocou os moradores do bairro Rua Nova, Marlene prestou depoimento ao delegado Gustavo Ameno Coutinho.
Após ser ouvida pelo plantonista da DHPP, ela foi liberada e vai responder por homicído doloso – quando há intenção de matar – em liberdade até que a prisão preventiva seja decretada pela Justiça, já que não houve flagrante.
Relembre o caso
No dia 25 de abril de 2016, Antônio teve 70% do corpo queimado com gasolina pela cunhada Marlene. O motivo teria sido uma discussão por causa de uma aparelho celular, que teria sido quebrado pela vítima por engano.
Aparelho celular que teria motivado o crime (Foto: Messias Teles)
Após cinco dias internado no Hospital Geral do Estado (HGE) em Salvador, o homem não resistiu as queimaduras e faleceu no dia 30 de abril na unidade hospital.
As informações são do repórter Messias Teles

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