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| Imagens de Everton Santos |
De acordo com Zito Santos, diretor de formação do Sindicato dos Agentes Disciplinares Penitenciários e Agentes Socioeducativos Empregados Terceirizados, Temporários e Contratados em Regime Especial Administrativo do Estado da Bahia (Sindap), na pauta há quatro itens principais:
“O primeiro deles é o acordo coletivo de trabalho. Nossa data-base que é em janeiro e desde outubro passamos a relação de reivindicações para a Fundação José Silveira, que é uma terceirizada contratada pela Fundação da Criança e do Adolescente (Fundac), e até o momento a empresa alega que a Fundac não deu um parecer. O segundo ponto é o corte das horas-extras sem nenhuma justificativa.Trabalhamos plantões de 24 horas e recebíamos uma hora-extra por conta disso. O terceiro item é a questão da José Silveira que está há 60 dias sem contrato, já que o mesmo venceu e a Fundac não se manifestou ainda, nem mesmo lançou edital. Com isso a categoria fica insegura. E por fim tem a questão dos vencimentos que é um cuidado do sindicato de estar diretamente pressionando o estado e mesmo a José Silveira sem contrato, para pagar através de fatura e não ter atraso no pagamento do salário, embora nosso salário esteja extremamente defasado. Nosso salário está abaixo de um vigilantes e de um agente de portaria, por exemplo”, informou.
Zito destacou a função social do trabalho dos socioeducativos e informou que o sindicato está planejando uma caminhada pelo centro da cidade. Nesta terça, quarta e quinta-feira também haverá outras mobilizações da categoria em frente ao Zilda Arns. Durante estes protestos o atendimento aos adolescentes continuam sendo realizados normalmente através dos plantonistas.
“Há um indicativo de greve por conta da dificuldade de diálogo com o estado. A Fundac se mantém silenciosa e se não dá nenhum sinal já em janeiro faremos um movimento para papar todas as unidades de Salvador, Camaçari, Cia e Feira de Santana.


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