A operação Vulcano, cujo objetivo é desarticular organização criminosa responsável por praticar fraudes contra o programa federal, denominado “Campanha do Desarmamento”, foi deflagrada na manhã dessa quinta-feira (28).
Ao todo estão sendo cumpridos doze mandados de busca e apreensão, seis mandados de prisão temporária e cinco mandados de condução coerciva (significa levar alguém a algum lugar contra sua vontade), nas cidades baianas de Feira de Santana, Cícero Dantas, Antas, e Fortaleza (CE), todos expedidos pela segunda Vara Federal de Feira de Santana.
A organização é acusada de inserção fraudulenta de dados de armas que não existiam na campanha Desarma, bem como o cadastramento de armas artesanais como se fossem fabricação industrial para conseguir guias de pagamentos que podiam variar de R$150,00 a R$400,00, o que causou prejuízo a união no valor aproximado de um milhão e trezentos mil reais.
Através da operação vulcano a polícia descobriu que das oito mil e oitocentas armas de fogo, que geraram indenizações no sistema Desarma, quatro mil armas não existiam e outras quatro mil e quatrocentos eram de fabricação artesanal e não deveriam gerar qualquer tipo de pagamento nos termos da legislação federal em vigor.
A composição era integrada pelo coordenador nacional da ONG Paz Brasil , Cloves Nunes e por vários voluntários, inclusive, seu irmão Carlos Nunes, que atuavam no âmbito da casa da Paz em Feira de Santana e outros estados brasileiros.
A investigação começou a partira de notícia criminal remetida á Superintendência Regional da Polícia Federal na Bahia, pela Divisão de Armas do Departamento de Polícia Federal em Brasilia (DF), com documento encaminhado pela secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).
Os detidos foram liberados mediante pagamento de fiança.
FeiraTV com informações do Repórter Valdir Moreira e ASCOM PF
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